Porto Alegre até Belo Horizonte + Salão Duas Rodas

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    gluedtke

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    Porto Alegre até Belo Horizonte + Salão Duas Rodas

    Mensagem  gluedtke em Sex Set 16, 2011 12:11 am

    Olá Amigos,

    Vou pegar a estrada novamente no final do Mes.

    Porto Alegre Até Itapira (SP)
    Itapira até Rio de Janeiro (A minha esposa virá de Avião até o Rio onde encontrarei ela para fazermos o passeio pela região Serrana e Interior de Minas.
    Rio de Janeiro até Petrópolis (Região Serrana)
    Petrópolis até São João Del Rei
    São João Del Rei até Ouro Preto
    Outro Preto até Belo Horizonte

    Retorno
    Belo Horizonte até São Paulo onde visitarei o salão duas rodas
    São Paulo Porto Alegre

    No total devo percorrer cerca de 4000 km.





    gluedtke

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    Poa Até BH + Salão duas Rodas

    Mensagem  gluedtke em Sab Out 15, 2011 9:56 am

    Preparativos para a viagem.
    Como este ano eu ainda não tinha feito nenhuma longa viagem com a moto eu já estava começando a ficar nervoso. Todo motociclista que se preze deve fazer pelo menos uma viagem longa por ano. Viagem longa eu entendo como qualquer coisa acima de 2000 km.
    Como a minha motoca já estava se aproximando dos 50.000 km levei ela para fazer uma revisão geral, também comprei um novo baú traseiro e os dois laterais. Aliás, essa estória dos baús ainda gerou correria de última hora para mim.
    Depois de muito pesquisar acabei fazendo a compra em Porto Alegre mesmo, numa concessionária da marca da minha moto, o detalhe é que o Baú que comprei, um Maxxia 55 da Givi não serviu na base que eu já tinha na moto, resultado, ainda tive que marchar com a compra da base, que custa nada mais e nada menos que 20% do valor do baú, um absurdo na minha opinião considerando que é apenas uma peça de plástico injetado. Para complicar ainda mais a tal base não encaixou no mesmo lugar onde estava instalada a base antiga e acabei tendo que fazer uma gambiarra para poder instalar a base e assim poder viajar com o baú novo. No fim deu tudo certo.
    Depois ainda quebrei a cabeça com a questão do GPS, eu não tinha um suporte apropriado para fixar o GPS na moto. Tentei fazer uma outra gambiarra mas não deu certo. Acabei saindo de viagem sem ter conseguido um suporte de GPS. Durante a viagem fiquei pensando dentro do meu capacete, como prender aquele suporte de GPS. Lá pelas tantas tive um insight, porque não fixar o suporte diretamente no guidão da moto usando cintas plásticas? E assim o fiz, encostei numa dessas lojas de acessórios para caminhão lá em Registro (SP) e depois de alguns instantes estava feito, GPS instalado e funcionando. O único problema é que esse GPS não possui conexão bluetooth, então tive que usar o fone de ouvido.
    A viagem
    1º dia - Quarta-feira
    Às 10:00 da manhã do dia 28 de Setembro iniciei a viagem pela BR 290 em Porto Alegre rumando para Curitiba, eu já estava duas horas atrasado. O meu objetivo para este primeiro dia era chegar até Registro, SP. Infelizmente isso não foi possível, só consegui chegar até Curitiba, PR. De um modo geral a viagem foi bem tranquila com excessão dos tradicionais pontos de congestionamento como em Tubarão, SC, ali na região de Itajaí e depois próximo a chegada de Curitiba. Nessas horas agente vê a vantagem da moto, pois podemos seguir andando enquanto que todos os carros estão parados, o único problema é quando nos deparamos com dois caminhões lado a lado, daí a situação complica porque ás vezes não sobra espaço. Inclusive teve um momento em que fiquei entalado entre uma camioneta e um pneu de caminhão, é que os baús laterais deixam a moto um pouco mais larga, portanto, os cuidados devem ser redobrados (ainda bem que os baús do Biu já estão tudo arranhado mesmo, um risquinho a mais não ia fazer diferença, eheheh).

    2º dia - Quinta-Feira
    Curitiba até Itapira (SP)
    Acordei cedo, preparei as malas, tomei café e às 7:30 já estava pegando a estrada.
    Cheguei em Embú (SP) por volta das 12:00, nesse momento o calor já estava insuportável, parei num restaurante que fica junto a um posto. Lubrifiquei a corrente da moto e tirei o fardamento de motociclista ficando só com o colete que costumo usar em viagens de moto.
    Aproveitei para almoçar e depois segui viagem rumo à Itapira (SP). Depois da visita a um cliente fui até Pouso Alegre (MG) passando por Jacutinga e outras cidades que fazem parte do pólo de malharias da região sul de Minas.
    Cheguei em Pouso Alegre às 19:00 e já fui ficando no primeiro hotel que encontrei na entrada da Cidade, hotel bom e agradável.
    3º Dia - Sexta-feira
    Levantei por volta das 6:00 da manhã, preparei as malas novamente, e para quem viaja de moto isto sempre é uma função, tomei o café da manhã e às 7:30 estava pegando a estrada. As rodovias de MG, pelo menos as que passei, estão em ótimas condições, pista larga porém com bastante curvas, não dá pra se distrair muito olhando paisagens e para quem gosta de curvas é perfeito. A viagem estava tranquila até chegar em Itajubá (MG), lá o GPS indicou dobrar à direita e tomar outro caminho, por um momento hesitei, mas segui a ordem do GPS e fui seguindo aquele caminho. Porém, a uma certa altura comecei a ficar desconfiado pois a estrada estava começando a ficar cada vez mais estreita e deserta, passei por uns vilarejos não tinha nem gente na rua que pudesse me dar uma informação. Daqui a pouco acabou o asfalto e começou a estrada de terra, casualmente encontrei uma moça de bicicleta, parei e pedi informação. Ela disse que essa estrada iria sair lá em Campos do Jordão, a essas alturas eu nem sabia mais pra que lado ficava Campos do Jordão, indaguei que eu queria ir para o RJ, então ela disse que depois de Campos do Jordão pega outra rodovia e vai para o RJ. Segundo ela seriam 42km de estrada de terra. Bom, cheio de dúvidas segui andando naquela estrada de terra, porém ela estava ficando cada vez pior e estreita chegou a um ponto que parecia que eu estava numa trilha. Acho que rodei uns 10km até que apareceu uma alma viva novamente e pedi informações. O cara me disse que por esse caminho seria muito mais longe e difícil para ir ao RJ, o melhor era voltar até ITAJUBÁ e seguir o caminho natural que eu estava fazendo ainda iria passar por outras cidades menores como Wenceslau Brás, Piquete e por fim Lorena, até chegar na Rodovia Presidente Dutra que liga ao RJ.
    De Itajubá até a Rodovia Presidente Dutra foram mais uns 80 km de estradas cheias de curvas, em vários momentos tive a sensação de que estava perdido pois é um lugar totalmente desabitado e não se encontra nenhuma alma viva na estrada que possa dar alguma informação. É uma sensação muito desconfortável você estar pilotando numa estrada que você não sabe onde vai dar e você não tem a menor idéia para o lado que está indo, essa sensação da dúvida faz com que as distâncias pareçam ainda maiores e parece que o fim não chega nunca. Mas graças a Deus, no fim das contas acabei chegando na Dutra que era meu objetivo. Só que naquele momento já era 11:00 da manhã e ainda faltavam duzentos quilômetros até Mesquita (RJ) e eu queria estar lá ao meio dia para poder almoçar com os clientes e ficar pronto até as 14:30.
    Tentei tirar o atrasado no acelerador mas a rodovia Presidente Dutra é muito movimentada e fica complicado de manter um ritmo mais constante. Ao chegar na região da grande Rio próximo à cidade de Mesquita já senti os sintomas de uma cidade com trânsito caótico e ainda com obras de infraestrutura por todos os lados. Quando o GPS indicou para eu dobrar à direita para chegar ao meu destino, não pude dobrar devido às obras e mudança de mão da rua, tive que andar mais uns dois quilômetros até encontrar outra saída e então retornar, naquele momento o GPS já tinha ficado biruta pois ele queria que eu retornasse na mesma rodovia, mas eu sabia que isso não seria possível fazer pois as obras estavam por todos os lados. Então andei mais um pouco por dentro dos bairros no sentido de voltar e tive que pedir informações duas vezes para achar a rota certa ao destino. Cheguei no Cliente exatamente às 14:20, foi quando o telefone tocou, era minha esposa dizendo que já tinha chegado no aeroporto. Eu disse a ela que acabara de chegar no cliente e pedi a ela que esperasse ali. Bom depois de uma hora e meia mais precisamente às 16:00 eu estava indo em direção ao Aeroporto que fica uns trinta quilômetros dali. Tentei andar o mais rápido possível costurando no meio daquele trânsito maluco do Rio de Janeiro. 16:40 estava chegando ao aeroporto e encontrei a esposa, ela como sempre, muito jovial e alegre, mesmo depois de duas horas me esperando.
    Ajeitamos as mochilas na moto e partimos dali em direção à Petrópolis (RJ), no caminho, aquele trânsito complicado e caótico do Rio, congestionamento para tudo quanto é lado, eu fui andando no meio dos carros e a esposa agarrada em mim como se fosse um carrapato. Cada vez que eu passava um corredor mais estreito ela me apertava um pouco mais. Ainda bem que na cidade o GPS funciona bem e eu só fui seguindo os comandos de voz e concentração máxima no trânsito. Finalmente conseguimos chegar na rodovia de acesso à região serrana de Petrópolis, ufa, que alívio, agora é só subida da serra. Mas a alegria durou pouco, depois de ter rodado alguns kilômetros já começou outro congestionamento, mas desta vez era pior porque a pista é muito estreita e o espaço que fica entre os veículos lado a lado é menor, ainda mais quando o veículo é um caminhão.
    Devagarzinho fui me enfiando, no pára e arranca da serra a temperatura do motor foi subindo e a ventoínha não parava de ligar, em síntese levei Uma hora para passar os últimos 15 kilômetros da serra, quando cheguei ao final já estava com as mãos que não aguentava mais, cansaço, suor e o corpo todo dolorido.
    À noite saímos para jantar com os nossos amigos e aproveitamos para caminhar um pouco no centro histórico de Petrópolis, muito lindo, as luzes que iluminam as casas e prédios históricos dão um efeito especial digno de cartão postal.
    4º dia - Sábado.
    O dia amanhece lindo, de manhã a primeira providência foi levar a moto de volta na Concessionária Moto Mundi onde eu tinha comprado ela para dar uma lavada e lubrificar a corrente. Lá como sempre o pessoal é muito atencioso e receptivo e ficamos esperando lá enquanto eles faziam uma geral.
    Depois fizemos um passeio pelo centro histórico, visitando o museu imperial, a casa de Santos Dumont e outros pontos turísticos.
    Por volta das 16:00 pegamos a moto e rumamos em direção à Minas Gerais, o objetivo era chegar até Tiradentes porém isso também não foi possível, já estava escuro e eu não gosto de andar de moto à noite. Ficamos em Barbacena, cidade que fica uns 50 km antes de Tiradentes. Mas tudo bem, ficamos num hotel muito bom, passeamos um pouco pelo centro da cidade e jantamos pub bem legal que fica no centro. Pedimos uma lasanha que foi uma grande surpresa, nunca tinhamos comido uma lasanha tão gostosa.
    5º dia - Domingo
    Levantamos bem cedo, 7:00 da manhã já estávamos tomando o café, isto para um domingo de manhã ainda é considerado madrugada, ehehe, principalmente para a Iara.
    Por volta das 7:30 da manhã estávamos pegando a estrada. Passamos por Tiradentes, São João Del Rei e Congonhas, infelizmente tivemos que deixar Ouro Preto fora do roteiro porque o tempo estava apertado pois às 16:00 a Iara teria que estar no aeroporto dos Confins em Belo Horizonte.
    As estradas do interior de Minas Gerais estão em ótimas condições de conservação, muito bom para pilotar de moto. O único problema foi o calor e a baixa umidade do ar que incomodou um pouco, tínhamos que parar com frequência para tomar água pois a desidratação era muito rápida. Nesta época do ano Minas Gerais está passando por uma longa estiagem e por conta disso as queimadas estão por todo lado, é muito triste ver todas aquelas colinas com milhares de hectares tudo em chamas. Teve um momento em que um filhote de lebre atravessou a rodovia, fugindo do fogo, bem na nossa frente, não pude conter a emoção é realmente uma lástima que em pleno século 21 com tanta tecnologia disponível o homem não é capaz de controlar um incêndio numa floresta e digo mais, quem é o criminoso que provoca o início dessas chamas? Porque isto certamente é provocado por alguém, pois por mais seco que esteja um material é muito difícil ocorrer uma combustão espontânea.
    Bom finalmente chegamos à Belo Horizonte e posteriormente ao aeroporto internacional Tancredo Neves, a esposa embarcou de volta para Porto Alegre e eu segui em direção à Contagem para procurar um hotel.
    6º dia - Segunda-feira
    Levantei cedo, tomei café e me preparei para levar a moto até uma concessionária Yamaha que havia ali próximo ao hotel. O objetivo era pedir para que eles fizessem uma revisão no freio traseiro, pois o mesmo estava apresentando uns probleminhas, parecia que as pinças não estavam retrocedendo adequadamente e a pastilha ficava encostando no disco e ficava atritando. Já aproveitei e pedi para eles revisarem a tensão da corrente e lubrificá-la.
    À tarde voltei lá para pegar a moto, estava chovendo forte em Contagem e fui obrigado a comprar uma capa de chuva. Depois de algum tempo saí de lá, passei no hotel para fechar a conta e peguei a estrada rumo à São Paulo. Depois de ter andado alguns quilômetros uma ressonância muito forte me incomodava, parei num posto e fiz uma verificação, achei que pudesse ser o rolamento da roda dianteira, mas é estranho na verdade esse ruído já vinha me acompanhando desde a saída de Porto Alegre, só que agora estava muito mais alto. Liguei para o meu mecânico para expor o que estava acontecendo, nesse instante chegou um motoboy e perguntei a ele onde tinha uma oficina de motos por ali. Ele recomendou uma ali bem perto. Quando cheguei lá, o mecânico examinou e disse que estava tudo em ordem. Segui viagem, porém aquela ressonância muito forte continuava me incomodando, devo ter rodado mais uns 10 kilômetros, quando a chuva parou encostei novamente num posto de gasolina e resolvi examinar a corrente da transmissão. Levei um susto enorme pois a corrente estava tão esticada que parecia uma corda de violão. Imediatamente pequei o meu kit de ferramentas e tratei de fazer o ajuste e também lubrificá-la. Fiquei muito irritado, afinal eu tinha deixado a moto numa concessionária oficial Yamaha e eles me fizeram uma "M" tão grande, se eu seguisse viagem com a corrente naquelas condições muito provavelmente eu ficaria na estrada pois alguma coisa iria estourar com certeza.
    Quando o dia começou a escurecer parei num hotel de beira de estrada próximo à cidade de Lavras em Minas Gerais, hotel muito bom e com preço bem acessível.
    7º dia - Terça-feira
    Como de costume levantei bem cedo, tomei café, preparei as malas e segui viagem. O clima estava agradável e a rodovia Fernão Dias estava com pouco movimento, excelente para uma pilotagem mais esportiva, ehehe. Ao meio dia já estava chegando nos pavilhões do Anhembi, a temperatura continuava agradável e resolvi ficar com a calça de motociclista e o colete. Fui direto até a bilheteria do Salão Duas Rodas e para surpresa minha só iria abrir às 14:00. Que decepção, pensei comigo, e agora, preciso almoçar e estou com sede. Alí no entorno do Anhembi não tem nada, é um verdadeiro deserto, nenhum barzinho ou restaurante, depois de esperar um pouco caminhei até o portão principal onde tinha um ponto de taxi, perguntei a eles onde poderia encontrar água. Prontamente um deles ofereceu água que tinha num bebedouro refrigerado alí do ponto, nossa que alívio, tomei dois copões que me saciariam até poder entrar no Salão Duas Rodas. Ainda antes de ir para a bilheteria voltei até a moto e tirei meu uniforme de motociclista, afinal já estava muito quente e eu já estava suando de calor. Fiquei só com o abrigo, camiseta de manga curta e sandália, ufa que alívio só que a mochila não cabia mais nas malas e tive que carregá-la nas costas.
    Depois de duas horas e meia de caminhada eu já estava cansado e achei que seria a hora de pegar a estrada rumo à Piracicaba, pois o tempo em São Paulo estava meio nublado e corria o risco de chover, além do mais eu ainda tinha 150km para percorrer.
    Lá pelas 19:00 cheguei em Piracicaba, uma dor de cabeça insuportável, resultado de não ter almoçado, apenas comi um lanche e um suco na praça de alimentação do Anhembi.
    8º dia - Quarta-feira
    Hoje eu tinha como objetivo visitar um cliente em Piracicaba e posteriormente em Sorocaba. Voltei a pegar a estrada lá pelas 14:00 seguindo em direção à Curitiba. O meu objetivo era passar pela serra de piedade, em primeiro lugar para escapar do fervo da região metropolitana de São Paulo e em segundo lugar ir por um caminho mais tranquilo e belo.
    Fui andando devagar, parando para tirar umas fotos e apreciando a natureza daquela serra, no fim cheguei em Curitiba às 20:00 e fiquei no hotel Dunomys que fica na BR 116 ao lado de uma churrascaria enorme e muito boa.

    9º dia - Quinta-feira
    Reuniões durante o dia num cliente.

    10º dia - Sexta-feira
    Acordei cerca de 5:30 da manhã, preparei as malas, tomei café e por volta das 7:00 já estava na estrada rumando para casa. Os 760 Km percorridos nesse último dia foram bem tranquilos, só uma chuva fina ali na região da serra próximo à Joinville e depois em Camboriú.
    Quando me aproximei do litoral sul de Santa Catarina, um forte vento lateral insistia em tentar me derrubar, foi bem difícil controlar a moto naquelas condições, tive que reduzir a velocidade e redobrar os cuidados, pilotar nessas condições acaba sendo muito cansativo e desgastante.
    Por fim às 16:15 estava chegando em minha casa em São Leopoldo.
    O saldo da viagem foram de 4754kilômetros percorridos com 233 litros de combustível. Consumo médio geral de 20,4 km/litro. Achei que o consumo médio geral foi baixo, mas nessa viagem peguei de tudo, transito complicado nas cidades, muito vento lateral e frontal no litoral sul, alguns trechos de serra e em algumas retas aproveitei pra dar umas esticadas.

    gluedtke

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    Poa Até BH + Salão duas Rodas (FOTOS DA VIAGEM)

    Mensagem  gluedtke em Sab Out 15, 2011 10:11 am







































































































    Japoneis

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    Re: Porto Alegre até Belo Horizonte + Salão Duas Rodas

    Mensagem  Japoneis em Dom Out 16, 2011 10:58 pm

    Parabens pelo passeio Gluedtke, belissimas fotos...
    Passou aqui perto, Piracicaba-Barra Bonita + ou - 120 km, poderiamos ter marcado algo...
    Mas ta valenndo!
    Abraço!!!

    João Carlos

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    Re: Porto Alegre até Belo Horizonte + Salão Duas Rodas

    Mensagem  João Carlos em Sex Jun 21, 2013 5:43 pm

    que legal tua viajem.....fiz uma muito parecida, saindo de minha cidade, Santo Antônio da Patrulha e indo até Minas Gerais, subindo pela Fernão Dias e depois descendo pela 040, passando pelo Rio de Janeiro, fiz a viajem de Falcon, em um total de 5.000 km rodados agora em março de 2013....agora troquei de moto e peguei uma TDM 900 ano 2005 e estou louco para fazer outra viajem mais longa....fui em um dia até a Serra do Rio do Rastro-SC mas foram apenas 600km...viajens longas são muito mais interessantes e gostosas de fazer..

    gluedtke

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    De Poa Até BH

    Mensagem  gluedtke em Sab Jun 29, 2013 12:41 am

    João Carlos escreveu:que legal tua viajem.....fiz uma muito parecida, saindo de minha cidade, Santo Antônio da Patrulha e indo até Minas Gerais, subindo pela Fernão Dias e depois descendo pela 040, passando pelo Rio de Janeiro, fiz a viajem de Falcon, em um total de 5.000 km rodados agora em março de 2013....agora troquei de moto e peguei uma TDM 900 ano 2005 e estou louco para fazer outra viajem mais longa....fui em um dia até a Serra do Rio do Rastro-SC mas foram apenas 600km...viajens longas são muito mais interessantes e gostosas de fazer..

    Obrigado João Carlos,
    Também adoro Viagens longas, eu faço pelo menos duas por ano.
    Como tenho clientes espalhados em todo o Brasil, às vezes ao invés de ir de avião vou de moto, isso é muito divertido e os clientes todos ficam curiosos com as minhas histórias.

    Quando quiseres fazer algum passeio entra em contato comigo, estou sempre pronto para alguma aventura por aí.

    Um forte abraço.

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    Re: Porto Alegre até Belo Horizonte + Salão Duas Rodas

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      Data/hora atual: Seg Dez 05, 2016 2:25 am